João Gomes de Almeida @ 02:18

Ter, 04/10/11

 

Rodrigo Leão & Lula Pena - Passion

 

 

Os grandes amores são os incompreendidos. Aqueles que ficam para a história e que de uma paixão se tornam ventres capazes de parirem estórias.

Os grandes amores são os amores proíbidos. Aqueles que os poetas carregam na bagagem e contam aos adolescentes ternorentos que sonham que um dia os proíbam de amar.

Os grandes amores são amores feitos palavras, romanciádos e passados de geração em geração. Aqueles que carregamos no peito como se de um punhal em ferida se tratassem.

Os pequenos amores, esses, são aqueles que se deixam subtrair pela futilidade. São os casais de que toda a gente gosta, que têm a bênção dos pais, das mães, dos avós, dos vizinhos, dos cães e dos peixes. São os amores do costume, tão amargos que rapidamente deixam de ter sabor. Não passam de um amor de pantufa, sossegadinho e com medo de ferir susceptibilidades. Esses amores são a merda a que a gente burra chama amor. 

Sempre que desejamos que o nosso amor se torne fácil, apenas o estamos a tornar mais fútil.


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2 linhas @ 09:04

Ter, 04/10/11

 

Adorei! :)

Com sentimento, sentido e que me fez sorrir :)

Mesmo muito bom!


joaninha @ 09:14

Ter, 04/10/11

 

às vezes o amor...
Gostei!!

;)

Obrigadinho!

 

O Polaroid podia ter ganho o prémio de Blog Revelação do ano 2011 da TVI24, mas infelizmente vocês são uns leitores do caraças e não votaram em nós! Mesmo assim, vamos continuar a escrever, sendo que quem levou a taça foi o @ChicodeOeiras e a sua malta esquerdista! Já percebemos que vocês preferem o Mao ao amor e o Enver Hoxha aos nossos textos bonitos! . Agradecemos a vossa ajuda! Obrigadinho malta!


PS - O Zé Maria obrigou-nos a colocar no final disto: "mas continuamos a gostar de vocês".
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